Bunker (Florian Zeller)
“Nem mesmo a formidável dupla formada por Penélope Cruz e Javier Bardem consegue salvar este novo filme de Florian Zeller. É superficial e insatisfatório. ‘Bunker’ não tem nada de particularmente interessante ou original a dizer sobre seu tema, apresentado metaforicamente, da alienação e da desigualdade.“
The Guardian (40/100)
“O clímax será divisivo e conduz a um desfecho confuso. Não há tempo suficiente dedicado à personagem de Sofia. Cruz e Bardem são eletrizantes juntos em cena, especialmente quando têm sua inevitável grande discussão.“
Next Best Picture (50/100)
“Um drama paranoico tão sufocante e insatisfatório quanto o casamento morto que disseca. Bardem faz tudo o que qualquer ator poderia fazer com seu papel explosivo, mas Graham é o maior trunfo deste filme.“
IndieWire (50/100)
“É um filme tão incoerente que, naturalmente, torna seus personagens incoerentes também — e é somente graças ao imenso talento e à química de Javier Bardem e, especialmente, Penélope Cruz que as falhas do roteiro não ficam evidentes até se tornarem realmente incontornáveis.“
AwardsWatch (42/100)
“O envolvente drama doméstico de Florian Zeller, atual e relevante, mostra como um desentendimento aprofunda as fissuras que já começaram a surgir na fachada impecável do relacionamento do casal. Bardem e Cruz estão ambos extraordinariamente fortes em seus respectivos papéis.“
Screen Daily
“É sempre um prazer assistir a Javier Bardem e Penélope Cruz atuando juntos. Mesmo quando se trata de um exercício entediante e repleto de clichês como ‘Bunker’, de Florian Zeller, um estudo superficial de classe disfarçado de drama doméstico contundente. Repleto de momentos arrastados e dolorosos, afirmações aparentemente provocativas e ruídos altos e frequentemente inexplicados na trilha sonora, Bunker tem todos os elementos de uma obra de pretensa profundidade artística, mas não oferece qualquer percepção, apuro artístico ou charme.“
Vulture
“Mas o filme consegue fisgar o espectador; mesmo quando parece familiar, geralmente transmite uma sensação de verdade. E isso se deve ao fato de as palavras de Zeller serem muitas vezes tão bem escolhidas e elaboradas, além de soarem especialmente bem na boca de Javier Bardem e Penélope Cruz, dois atores capazes de encontrar nuances de significado e emoção até mesmo em diálogos muito mais banais.“
Variety
“‘Bunker’ alcança uma dupla façanha tão rara que seria impressionante se não fosse tão desonrosa. Zeller consegue fazer um filme que é, de algum modo, ao mesmo tempo óbvio até demais e atolado em metáforas. O filme não oferece sutileza ou nuances para que os vencedores do Oscar Bardem e Cruz possam explorar em suas atuações.“
The Playlist (42/100)

Company (Casey Affleck)
“‘Company’ é mais prolixo do que profundo. A tentativa de Affleck de unir essas três narrativas em uma grande conclusão, ou lição, sobre a condição de estar vivo no mundo é confusa e excessivamente elaborada.“
The Hollywood Reporter
“‘Company’ é melhor — mais satisfatório — quando retorna ao incêndio e retoma o fio principal da narrativa; quando se mantém mais fiel aos confiáveis tropos do gótico americano. Affleck claramente ama esse subgênero sombrio e opta por abordá-lo sem rodeios, e seu entusiasmo é contagiante, envolvendo-nos nessa história. Seu filme é um bom passatempo. Talvez não faça sentido por completo. Mas tem um sabor intenso e rústico, com uma crocância de chumbo grosso em cada mordida.“
The Guardian (60/100)
“O comentário temático sobre a natureza da narrativa é um conceito fascinante que está sendo explorado, transformando todas as camadas da história em um exercício envolvente. O trabalho de direção é impressionante, e todas as atuações são cativantes. O ritmo é frequentemente lento e tedioso, fazendo com que o filme se torne menos envolvente em alguns momentos. Algumas cenas de maior impacto dramático não favorecem os pontos fortes dos atores envolvidos.“
Next Best Picture (70/100)
“Há uma ou outra frase que vale a pena refletir (“anseie pela normalidade, e a sede de fazer o mal passará como uma febre”). Mas, na maioria das vezes, falta substância em ‘Company’ para que possamos realmente nos aprofundar. O experimento de Affleck e Hansen com uma narrativa em formato de boneca russa é exatamente isso: um exercício formal entediante.“
The Film Stage

