Indicados ao The Women Film Critics Circle (WFCC) 2022

Calendário – Premiações (2022-2023)

Melhor Filme Sobre Mulheres:

Melhor Filme Feito por uma Mulher:

Melhor Mulher Roteirista:

Melhor Atriz:

Melhor Ator:

Melhor Filme Estrangeiro Sobre/Feito Por Mulheres:

Melhor Documentário Sobre/Feito Por Mulheres:

Melhor Igualdade de Gênero:

Melhor Personagem Feminina em Animação:

Melhor Casal em Cena:

Melhor Série de TV:

Prêmio Adrienne Shelly (Para um filme que se opõe veementemente à violência contra as mulheres):

Adrienne Shelly era uma atriz e cineasta promissora que foi brutalmente estrangulada em seu apartamento em 2006, aos quarenta anos, por um operário da construção civil do prédio, após reclamar de barulho. Seu assassino tentou encobrir seu crime pendurando-a em um chuveiro em seu banheiro, para fazer com que parecesse suicídio. Mais tarde, ele confessou que estava tendo um “dia ruim”. Shelly, que deixou uma filha bebê, havia acabado de terminar seu filme Waitress, no qual ela também estrelou e que foi homenageado em Sundance após sua morte.

Prêmio Josephine Baker:

Filha de uma lavadeira e de um músico, Baker superou o fato de ter nascido negra, mulher e pobre, e o casamento aos quinze anos, para se tornar uma artista lendária aclamada internacionalmente, estrelando os filmes Princesa Tam Tam, Moulin Rouge e Zou Zou. Ela também sobreviveu aos distúrbios raciais em East St. Louis, Illinois, quando criança, e mais tarde expatriou-se para a França para escapar do racismo nos Estados Unidos. Depois de participar heroicamente da clandestina Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial, Baker voltou aos Estados Unidos, onde atuou como defensora da igualdade racial. Seu ativismo levou a ataques do repórter Walter Winchell, que a denunciou como comunista, levando-a a travar uma batalha contra ele. Baker foi fundamental para acabar com a segregação em muitos teatros e clubes, onde ela se recusou a se apresentar a menos que a integração fosse implementada.

Prêmio Karen Morley:

Karen Morley foi uma promissora estrela de Hollywood na década de 1930, em filmes como Mata Hari e Our Daily Bread. Ela foi expulsa de Hollywood por suas convicções políticas de esquerda pela Blacklist e por se recusar a testemunhar contra outros atores, enquanto Robert Taylor e Sterling Hayden eram informantes contra ela. E também pela ousadia de ter um filho e ser mãe, algo inaceitável para as estrelas femininas da época. Morley manteve seu ativismo político militante pelo resto de sua vida, concorrendo a vice-governador na chapa do Partido Trabalhista americano em 1954. Ela faleceu em 2003, impenitente até o fim, aos 93 anos.

Prêmio Atuação e Ativismo:

Prêmio Honorário:

Melhor Heroína de Ação:

Melhor Diretora – Cineasta Corajosa:

Coragem em Atuação [Assumindo papéis não convencionais que redefinem radicalmente as imagens das mulheres na tela]:

Melhor Elenco Feminino:

Prêmio Mulher Invisível [Atuação coadjuvante de uma mulher cujo impacto excepcional no filme foi dramaticamente, social ou historicamente ignorado]:

Segredo Mais Bem Guardado [Filmes Desafiantes Negligenciadas]:

Prêmio Mulheres Salvando a Si Mesmas:

Pior Personagem Materna:

Hall da Vergonha: